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A Páscoa está chegando e os ovos de chocolate já estão em todos os lugares. Ao invés de se privar de aproveitar essa época deliciosa, o melhor é fazer boas escolhas. Tudo vai depender da concentração de cacau.

“O chocolate pode, sim, ser uma boa opção desde que você saiba consumir no tipo certo, com a concentração ideal de cacau e na porção diária correta”, explica a angiologista dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Segundo a médica, o ovo de páscoa pode ter vários componentes, como cacau, açúcar, gorduras e até avelã, nozes e castanhas, que são fontes de vitaminas e minerais. “A concentração de cada um desses ingredientes é o que vai determinar o benefício ou malefício para o consumo”, ressalta.

A dra Aline cita abaixo as diferenças principais entre os ovos de páscoa:

Chocolate ao leite – sem quantidade significativa de cacau, o chocolate ao leite não traz benefícios à saúde. E os exageros são perigosos: o açúcar está relacionado com a obesidade e com a diabetes mellitus. Estudos mais recentes vêm apontando o carboidrato, o açúcar como vilões para o aumento de colesterol. “O colesterol aumentado pode não dar sintoma nenhum, só que aos poucos vai entupindo a sua artéria. É uma doença que vem silenciosa e quando se manifesta já causa um problema sério”, alerta.

Amargo – o chocolate com, no mínimo, 70% de cacau tem efeitos anti-inflamatórios, propriedades antioxidantes, atividades antiplaquetárias, com melhora da função vascular e, além disso, está ligado, segundo estudos, a uma melhora na disposição, funcionamento cerebral e redução da vontade de comer doces. Mas atenção: a porção diária recomendada é de 30g ao dia, portanto um ovo de páscoa pode ser ingerido, em média, em uma semana para aproveitar ao máximo os benefícios.

Meio Amargo – com concentração significativa de cacau (acima de 40%), esse chocolate tem mais açúcar que a versão amarga, mas também traz benefícios antioxidantes. “É uma opção interessante e mais saborosa para quem não gosta do chocolate amargo. As versões com avelã, nozes ou castanhas fornecem vitaminas e minerais importantes, que têm ação antioxidante e melhoram a circulação sanguínea”, explica. Também é necessário ficar de olho na porção diária, também de 30g.

Branco – produzido com manteiga de cacau, a gordura obtida das sementes durante a fabricação do chocolate, esse chocolate é mais calórico e rico em gorduras. Alguns chocolates brancos sequer têm cacau na composição. “Esses são produzidos apenas com óleos vegetais hidrogenados, cujo consumo resulta no aumento dos níveis do mau colesterol (LDL) e na redução do bom colesterol (HDL). Por isso, mesmo se você optar por esse tipo de ovo de páscoa, vale a pena dar uma olhada no rótulo”, afirma.

Diet – os chocolates Diet também apresentam um risco, pois apresentam maior quantidade de gordura.

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